Ebo Taylor tem uns 70 anos e é de Gana, ele é arranjador, compositor e protudor. Um grande mestre do highlife e afro-beat. Eu só digo uma coisa: baixem o cd dele, AGORA. O cd disponibilizado no link abaixo é o primeiro álbum dele com lançamento internacional, o “Love and Death”. Sem dúvidas, esse CD permanecerá no top list de muitas pessoas, por muito tempo.
Nascida em Camarões, trará muito calor para nossos ouvidos, com sua voz extenuante e com sua levada gostosinha. Ela cria uma atmosfera cheia de cosmocidade e energia. Ela combina soul e jazz com elementos da música brasileira e africana. Muito difícil alguém dizer que isso é ruim, abaixo, deixo o link para o último album dela, o "Elle":
Para quem gosta de dar uma conferida antes, veja a música "In Need" (não é uma das minhas preferidas, mas dá para abrir o apetite) em um video do youtube:
A França sempre trás coisas interessantes no meio eletrônico, hoje, apresento a vocês: Air, um duo da frança, composto por Nicolas Godin e Jean-Benoît. A descoberta desse duo foi feita através das trilhas sonoras de filmes de Sofia Coppola, como “Virgens Suicidas” e “Encontros e Desencontros”. Sempre tive problemas em classificar tipos de som, mas esse, caso fosse para classificar, seria uma espécie de eletrônico manso sutil e orgânico com pitadas psicodélicas (vindas diretamente dos 70’s), mas eu posso estar errado, então é melhor vocês darem uma conferida e corrigir-me, caso eu esteja equivocado. O link que deixo aqui para download é o do último álbum deles, lançado em 2009, o “Love 2”:
Duas músicas que eu gosto muito é a “Tropical Disease” e a “Night Hunter”, mas a suavidade de “Sing Sang Sung” não fica para trás, também não desmereço as não citadas, todas tem seus respectivos prazeres auditivos.
Caso esteja receoso em baixar o álbum deles, veja o vídeo, abaixo, de “Tropical Disease”
Estava aqui vasculhando cd's de backup do meu pc antigo quando encontro com esses queridos! A tempos que não os ouvia. O mundo indie mais uma vez me cativando. Mica Levi (Micachu), Raisa Khan e Marc Pel (The Shapes) compõe essa banda que lançou seu primeiro álbum "Jewllery" em 2009. E que álbum! Não se enganem com esse nome "made in Japan", porque eles são "made in England". Sons loucos, sons sem sentido, misturados com uma boa pitada de música eletrônica e uma voz singular. Ótimo pra ouvir no caminho da "night", ficaadica. Animadíssimo! Destaque para as faixas "Golden Phone" e "Lips", as minhas prediletas.
Anders Trentemoller, produtor e DJ dinamarquês. Por Jah, como eu nunca descobri esse cara antes! Viciei, enlouqueci, não paro de ouvir. Por falta de tempo, não consegui pesquisar mais sobre sua discografia.
Um campo de neve, em algum lugar na Suécia. Os irmãos Dreijer estão dirigindo as novas fotografias para a imprensa. Vestindo casacos pretos, perucas e máscaras que os fazem parecer como corvos. Por quê? "Se pudéssemos escolher nunca tirar foto, nós escolheriamos." - diz Karin Dreijer. "Nossas faces não têm nada a ver com a nossa música. Por isso usamos fotos para mostrar com o quê a nossa música se parece." "Ela é fria, obscura e sugestiva.", diz o seu irmão, Olof Dreijer. "Eu sinto que se estivéssemos tocando com nossas caras de verdade, isso destruiria a ilusão que a música cria. Por isso nos vestimos como as nossas músicas. Oculta e obscura, mas ao mesmo tempo, engraçada" (Retirado de theknife.net)
Os irmãos Dreijer trabalham em completo isolamento. Quase nunca fazem shows e possuem o próprio selo, do qual lançam seus cd's. Começaram em 1999 e até agora, foram 5, sendo que dois deles, encomendado por outros projetos musicais, como o album Tomorrow in a Year: a darwin eletronic opera, no qual todas as letras das músicas foram retiradas dos cadernos de anotações de Charles Darwin. Esquisito? Karin e Olof Dreijer também possuem projetos paralelos, que surgiram depois de um recente hiato da banda. Karin Incorporou a personagem Fever Ray (vide post anterior), enquanto o seu hermano saiu pela europa como um excentrico dj, intitulado de Oni Ayhum, e agora começa a ganhar mais atenção da mídia alternativa internacional.
Bem, é isso. Vamos torcer para que eles não curtam tanto assim essas carreiras solo, porque os corvos não podem parar. E se você ainda não entende o quão desesperador seria se a faca parasse, então comece a entender por si mesmo:
Pouco tempo se passou desde que o albúm homônimo da Fever Ray foi lançado, no início de 2009. Mas já é possível dizer que ele ocupa algum lugar de destaque na lista dos albúms que terão marcado os anos 2000, em um futuro distante. O albúm, que conseguiu o posto de segundo melhor álbum de 2009, segundo o jornal inglês The Guardian, foi o resultado do trabalho solo da sueca Karin Dreijer Anderson, irmã de Olof Dreijer, com quem faz o dueto The Knife. Se na dupla com o irmão, eles usam máscaras de corvo (como uma forma de tirar toda a atenção de si mesmos e focalizar apenas na música), em Fever Ray, ela incorpora uma personagem ainda indefinida, que vaga entre as matizes do desespero, da tensão e da atmosfera marcada por ritmos hora delimitados, hora vagos, mas sempre com uma atmosfera que surgere que a música criada não é feita por seres humanos. Há quem diga que Fever Ray é exatamente igual ao seu trabalho em dupla. Há quem diga que a essência é diferente de tudo que já se ouviu. O fato é que Fever Ray funciona porque a própria imagem criada nesse personagem é um marketing viral, que seduz os ouvintes pelo fato de nunca conseguir entenderem até onde pode-se chegar com as suas músicas, que vão se revelando, uma a uma, o insustentável desespero do ser.
Eu, mais uma vez em meus passeios intermináveis pelo last.fm, me encontro com esse cara genial. Que encontro! Já foi do rock, do new-wave, do hip-hop... li por aí que ele já tocou de tudo um pouco. Mas sem dúvidas a praia dele é o lounge. A primeira música que ouvi dele foi essa:
Com uma discografica gigante, ficou complicadíssimo encontrar todos os albúns. Nesse link, no fim do texto tem a lista: http://www.mole.de/eng/Artists/lemongrass.html Deem um saque e me ajudem a encontrar o resto dos cds, queromuito ouvir todos!
Vou colocar aqui três albúns que encontrei e postei links novinhos pra vocês...
Ai está uma coletânea que vale a pena fazer parte do acervo.
Um "chillounge" na medida adequada pra sua refeição matinal de cereais com aquele toddynho maroto. Pois é, a expressão "deep café" não é à toa. Façam bom proveito, muchachos & muchachas!
01. Malibu Marina - (Monte La Rue)
02. Jello - (Afterlife Ft. Lux) 03. Travel In Order Not To Arrive - (Jazzamor) 04. Once Upon A Time - (Air) 05. Pretty Little Thing - (Fink) 06. Don't Look Back - (Télépopmusik) 07. Chapel Stile - (Pretz) 08. Morning Star - (Clara Hill ft. Thief) 09. All That You Give - (Cinematic Orchestra) 10. Je Suis Lache - (Marsmobil) 11. Originality - (Thievery Corporation ft. Sister Nancy) 12. See The Light - (Sofa Surfers) 13. YMA - (Boozoo Bajou) 14. Me - (Nightmares On Wax) 15. Ketto - (Bonobo) 16. Walk A Mile In My Shoes (Henrik Schwarz Mix) - (Coldcut)
Versátil é o adjetivo mais apropriado para Moodorama, apesar de seguir com base em linhas Eletrônicas, Trip-Hop e pitadas de Nu-Jazz, é notória em cada faixa a diversidade musical que a banda carrega. Logo, é muito fácil se deparar com pelo menos uma música que sacie o seu gosto.
Ótima banda alemã. Recomendo o último album deles, o My name is madness (2006).
01. Space Cowboy 02. Nova Star 03. Summer's Ocean 04. Mind Traffic 05. Journey, The 06. Fly Me to the Moon 07. Ir Fácil 08. Even Dreams 09. My Name is Madness 10. Beatzekatze 11. Too Late 12. Solitude 13. Hot Lemonade 14. Director's Cut
Tem muita música de qualidade sendo produzida por esse mundo a fora... E esse blog foi criado pra reunir e compartilhar os sons que a gente anda descobrindo. Tá, ok, tem trilhões de blogs como esse por aí, mas esse vai ser diferente, nós prometemos!
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E pra abrir com chave de ouro e muito estilo, eis que eu escolho um álbum que eu escuto todos os dias, sem exageros. Os brothers que estão lendo isso aqui já conhecem e, sem dúvidas, vão concordar comigo. É, pra mim, uma das vozes mais lindas, apaixonantes, hipnotisantes, alucinantes que eu já ouvi nós últimos tempos. O nome dela Bajka (pronuncia-se "Biker"). Nasceu na Índia e hoje vive em Munique, Alemanha. Tem participação em albúns de artistas do chill out e afins, entre eles: Bonobo e Radio Citizen’s. A participação mais significativa, e inclusive foi onde eu a conheci, foi no albúm Days to come de Bonobo (myspace.com/sibonobo). Mas eu estou aqui pra falar do albúm dela, seu primeiro albúm solo. E espero que o primeiro de muitos, por favor. Chama-se "In Wonderland". Andei lendo por aí que este cd fabuloso teve suas faixas inspiradas em um livro do mesmo autor de "Alice no país das maravilhas", “The Hunting of the Snark” de Lewis Carroll. Muito jazz, puro nu-jazz. E cuidado, vicia. Philipp Bernhardt (bateria), Daniel Regenberg (piano/rhodes) e Jerker Kluge (baixo) acompanham essa delícia de cantora.
01. Intro 02. The Bellman’s Speech 03. The Landing 04. The Hunting 05. The Barrister’s Dream 06. Interlude 07. The Beaver’s Lesson 08. The Baker’s Tale 09. The Banker’s Fate 10. The Vanishing 11. Outro